Reocupação do centro pode destravar um novo ciclo imobiliário no Brasil
Por décadas, o desenvolvimento imobiliário nas grandes capitais brasileiras seguiu um caminho previsível: expansão para áreas periféricas, criação de novas centralidades e migração gradual de empresas e moradores. O resultado, porém, começa a revelar um paradoxo urbano com impacto direto no mercado imobiliário comercial: enquanto as cidades se espalham, os centros tradicionais acumulam infraestrutura ociosa, estoques subutilizados e perda de vitalidade.
Na avaliação de José Carlos Martins, presidente do conselho consultivo da CBIC, a reocupação de centros urbanos voltou ao debate não apenas como uma pauta de revitalização urbana, mas como uma agenda estratégica de qualidade de vida, sustentabilidade e eficiência econômica, com potencial de melhorar indicadores como vacância, absorção líquida e preços de locação, especialmente em regiões centrais.
Clique aqui e veja a matéria completa com José Carlos Martins no Siila News